terça-feira, 13 de outubro de 2015

Rodando pela Itália – parte 2




Dia 19 – Viagem para Milão

Percorremos a região norte da Itália: Umbria, Orvieto, parte da Toscana (Montepulciano, com seus vinhedos).
Parada em Siena, para almoço.

Siena é uma cidade linda, que estava repleta de turistas. Considerada patrimônio artístico mundial pela Unesco, tem cerca de 60.000 habitantes. 

Sua fundação remonta à lenda da fundação de Roma, pois teria sido um filho de Rômulo, Senio, que dera início à povoação, posteriormente dominada pelos etruscos e, em seguida, pelos romanos. A aparência atual da cidade é a que teria nos séculos XIII e XIV. Sua universidade é bastante conhecida, particularmente as faculdades de Direito e de Medicina.

Sua catedral é do século XII, representativa do gótico italiano. Na Piazza del Campo, que pode ser vista na foto, realiza-se o famoso Palio de Siena, a corrida de cavalos em que cada competidor representa um dos bairros da cidade.

(todas as fotos e videos: RMF)









Chegamos a Milão à tardinha. Noite livre, resolvemos pegar um taxi e ir conhecer o famoso Duomo, a maravilhosa catedral da cidade. 

Para quem reclama do preço dos táxis no Brasil: o táxi que pedimos já chegou com a bandeira iniciada de onde ele partiu, já marcava 12,40 euros. A corrida até o Duomo terminou em 20,60 euros, ou seja, algo próximo dos 90 reais. Aqui em BH a corrida não ficaria em 30 reais!

Surpresa: estava acontecendo um espetáculo musical nas escadarias do Duomo, com um coral de mais de 1000 vozes! Coisa de louco! Emocionante! 

De quebra, terminado o coral, ainda  vimos um rapaz tocando violino na lateral do Duomo.

Veja fotos e trecho do coral e do violinista:








(se os links não funcionarem, abra o Youtube e procure por: Milão Duomo a noite e Milão violinista)

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Rodando pela Itália – parte 1




Dia 18 – chegada a Roma, por volta do meio dia. Fomos para o hotel Beverly Hills (isso lá é nome para um hotel em Roma???), muito bom, amplo. Saímos à procura de um restaurante e descobrimos que eles fecham às 15 horas.

Custamos a encontrar um que ainda estava aberto. Até chegarmos a ele verificamos que Roma está mudada. Muito lixo nas ruas, prédios pichados. O trânsito, caótico como sempre. Milhões de lambretas e motos. Pelo menos, todos respeitam o pedestre nas faixas. Param mesmo!

Visitamos o parque Borghese, nas imediações do hotel. Muito bonito. É enorme, bem no centro da cidade. Dentro dele está a Galeria Borghese, mas não foi possível o ingresso, pois exige-se uma reserva antecipada. É interessante comprar o “Roma pass” para ter acesso aos museus, mas a reserva é necessária, de qualquer forma.

A villa foi construída pelo arquiteto Flaminio Ponzio, entre 1613 e 1616, a partir de esboços criados pelo cardeal Scipione Borghese, sobrinho do papa Paulo V, que utilizou o palácio como villa suburbana, uma villa de recreio na periferia de Roma, e para abrigar a sua coleção de arte.

Fizemos algumas fotos do parque, local muito aprazível e que vale a pena ser visitado! E veja, ainda, a curiosa forma de estacionar carros pequenos...








(Todas as fotos: RMF e MISF)


sábado, 10 de outubro de 2015

O caos “pós-bomba” da turma do impeachment

por Fernando Brito

O físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite, uma das grandes glórias da ciência nacional, sabe do que está falando.

Acostumado a refletir sobre o movimento das partículas, escreve hoje um interessante (e terrificante) artigo onde analisa o  que resultaria se as forças  que se alinharam ao projeto de afastamento da Presidenta Dilma Rousseff, hipoteticamente, perdessem o alvo do ódio que as magnetiza.

Pelas ambições, apetites e métodos destes corpúsculos, todos de baixa densidade social, Cerqueira Leite nos conduz a imaginar o caos que se seguiria à perda do que parece ser, agora, a sua única referência: o projeto selvagem de derrubada do governo.

Porque, de fato, é este o único ponto que os une e, se o ultrapassassem, teríamos, na política e na sociedade, uma aula prática e mortal do que a fissão atômica produz…

A vingança apocalíptica

Rogério Cezar de Cerqueira Leite, em seu Blog
Hoje estão em consonância no Brasil forças extremas da sociedade, que em tempos mais serenos ficariam em campos opostos. O PSDB abraça os descontentes chantagistas do PMDB, enquanto o vampiresco Eduardo Cunha e sua horda de zumbis dão beijocas no sanguinário deputado Carlos Sampaio.

Hoje a reacionária alta burguesia paulista faz afagos na pelega Força Sindical, enquanto a elite janota do Rio de Janeiro se aconchega aos plebeus da zona norte.

Hoje dão as mãos o direitista ªO Estado de S. Pauloº, a minha querida quase imparcial Folha, o oportunista ªO Globoº e a histérica revista ªVejaº. Hoje se alinham para panelaços a população alienada e a estudantada militante.

Tudo isso porque elegeram um inimigo comum, o PT, e sua representante mítica, Dilma Rousseff. Ah, como é reconfortante encontrar um bode expiatório, alguém que, como Cristo, acolha todas as culpas, embora a contragosto. Ah, como é gostoso ter um inimigo comum.

É pena que a presidente Dilma Rousseff seja tão obstinada, tão voluntariosa. É pena que seja ela tão patriota, tão irredutivelmente profissional. Pois, o que aconteceria se inopinadamente esse inimigo comum fosse removido?

Apenas por razões de ordem acadêmica, vamos supor que a presidente Dilma decidisse abdicar. Vocês já imaginaram a balbúrdia que se instalaria no Brasil? Sem um inimigo comum, um bode expiatório geral? Como iriam comportar-se esses atores tão individualistas, tão egocêntricos da política nacional?

Imaginemos apenas que, se não para manter sua dignidade, mas apenas por macabra vingança, a presidente Dilma Rousseff resolvesse passar umas longas e merecidas férias em Côte d’Azur, na França.

José Serra mandaria mísseis "exocets" e outros petardos para Belo Horizonte. Eduardo Cunha mandaria seu exército pentecostal aniquilar o estarrecido Michel Temer, que, acossado de todos os lados e sem a têmpera de uma Dilma, não resistiria muito até desmoronar.

A mídia, confusa, já não saberia a quem hostilizar. Eduardo Cunha? José Serra? Fernando Henrique Cardoso? O PMDB, acostumado a aderir ao mais forte, ficaria sem orientação, sem rumo.

Os ‘pit bulls’ da oposição (Rodrigo Maia, Carlos Sampaio, Álvaro Dias, Aloysio Nunes Ferreira), viciados e sem ter a quem morder, passariam a se mastigar entre si ou passariam a atacar outros aliados? E quem governaria essa Câmara prenhe de cobiças e de extorsões?

FHC disse que é inoportuno o impeachment da presidente Dilma porque não há lideranças adequadas. Talvez o que ele queira dizer é que haja muitos candidatos medíocres para a substituição de Dilma. Com isso, agride seus correligionários Serra e Aécio Neves e outros opositores dos demais partidos, antes mesmo de qualquer processo de impedimento da presidente.

Ah, que pena que Dilma não é vingativa. Que pena, mas que sorte!
(fonte: http://tijolaco.com.br/blog/o-caos-pos-bomba-da-turma-do-impeachment/)

Putin deu outro “banho” nos EUA, que desistem de treinar “rebeldes” sírios

Outro dia escrevi aqui que os resultados alcançados pelos ataques russos contra os terroristas do “Estado Islâmico” (passo a usar aspas, porque não são um Estado e é ofensivo ao Islã chama-los assim) tinham, em poucos dias, superado de longe todos os resultados obtidos pelas ações dos EUA e seus aliados da OTAN no combate ao terrorismo na Síria.

Hoje, isso virou confissão.

“O governo Obama  abandonou, nesta sexta-feira, seu esforço para organizar  uma força rebelde dentro da Síria para combater o Estado Islâmico, reconhecendo o fracasso de sua campanha de US$ 500 milhões para treinar milhares de combatentes e  para fornecer ajuda letal (leia-se armas)  para grupos já engajados na batalha” diz o The New York Times.
A razão do fracasso é simplesmente o fato de que boa parte dos aliados americanos na Síria são, de fato, aliados de fato do Isis. “Muitos dos grupos rebeldes eram mais focados em uma campanha contra a presidente sírio, Bashar al-Assad”, diz uma alta fonte da Casa Branca ao jornal.
Quatro senadores –  Christopher S. Murphy, democrata de Connecticut; Joe Manchin III, democrata de West Virginia; Tom Udall, democrata do Novo México; e Mike Lee, republicano de Utah – enviaram carta a Barack Obama dizendo que a ação dos EUA na Síria era pior que “jogar fora” o dinheiro do contribuinte, porque estava armando as forças que dizia  combater.
No mesmo dia, a Rússia anunciou uma estimativa de ter destruído cerca de 40% da estrutura do “Estado Islâmico” em uma semana de operações, em cinco dias de operação.  Tanto que já há notícias de que dois governos alinhados com os americanos, o do Iraque e o do Afeganistão, já esticam os olhos para uma eventual ajuda russa no desmonte  do terrorismo do Isis.
Ano após ano, os norte-americanos acumulam erros em sua política para o Oriente e, desde que financiaram grupos irregulares no Afeganistão – há mais de 30 anos, para derrubar o então presidente Babrak Karmal -um deles liderado  por um então rapaz de longas barbas chamado Osama Bin Laden.
(fonte: http://tijolaco.com.br/blog/putin-deu-outro-banho-nos-eua-que-desistem-de-treinar-rebeldes-sirios/)

A diferença entre ser professor na Finlândia e no Brasil.

Este é o segundo texto sobre a mundialmente admirada e imitada educação na Finlândia. É parte do Projeto Escandinávia, bancado por nossos leitores, aos quais mais uma vez agradecemos. O primeiro artigo da série você encontra aqui.
Por Claudia Wallin, de Helsinque
Neste exótico país em que a polícia não pratica tiro ao alvo com professores, a sistemática política de valorização do magistério produz resultados capazes de espantar até um pitbull da PM: a carreira de professor na Finlândia tornou-se uma das principais preferências entre os jovens, à frente de profissões como medicina, direito e arquitetura.
“O magistério na Finlândia é uma carreira de prestígio”, diz o professor Martti Mery na escola finlandesa Viikki, que também funciona como um centro de treinamento de professores vinculado à Universidade de Helsinque.
“A profissão possui um alto status em nossa sociedade, que tem grande respeito e consideração pelos professores”, ele acrescenta.
A invejável cultura finlandesa de dignidade profissional dos docentes e respeito ao professor foi forjada na revolução educacional conduzida pela Finlândia a partir dos anos 70, que alçou o país para as posições mais elevadas do ranking mundial de desempenho escolar.
A transformação que se produziu incluiu um fator de relevância especial: o nível de excelência dos professores. Todos os programas de formação de professores, que anteriormente eram realizados fora do âmbito do ensino acadêmico superior, foram levados para dentro das universidades, todas elas gratuitas. Mais: obter um mestrado tornou-se a qualificação básica e obrigatória de um professor para poder ensinar nas escolas finlandesas – mesmo na educação pré-escolar.
“No fim dos anos 70, a formação dos professores finlandeses passou a constituir um programa de mestrado com cinco anos de duração, que se dá portanto nas universidades do país. Desde então, gradualmente cresceu entre os professores o sentimento de pertencer a uma categoria profissional altamente educada e prestigiada”, diz o educador finlandês Pasi Sahlberg, um dos arquitetos do chamado milagre finlandês.
A exigência do grau de mestre para os docentes foi uma medida significativa da reforma educacional, observa Sahlberg.
“Isso não só elevou toda a categoria dos professores como profissionais, como passou a dar a eles um profundo conhecimento sobre os mais recentes avanços da pesquisa em suas respectivas áreas de ensino”, ele diz.
Outro aspecto crítico para o sucesso do modelo finlandês foi o desenvolvimento de uma relação de respeito com o professor, e de boas condições de trabalho nas escolas. Como, por exemplo, uma divisão equilibrada do tempo em que um professor necessita trabalhar dentro e fora da sala de aula.
É esta, dizem os finlandeses, a melhor forma de atrair profissionais jovens e talentosos para a carreira de professor nas escolas públicas.
“A experiência finlandesa mostra que o principal é garantir que os professores sejam tratados com dignidade, a fim de que possam concretizar o objetivo de escolher o magistério como a carreira de uma vida inteira”, diz Pasi Sahlberg.
Cursos de doutorado para professores também são disponibilizados, gratuitamente, nas universidades do país. O Estado finlandês investe ainda cerca de USD 30 milhões a cada ano para o desenvolvimento profissional de professores e diretores de escola, através de cursos universitários e programas de reciclagem.
Foi assim, e não tratando professores como bandidos, que os finlandeses criaram uma legião permanente e aplicada de candidatos ao magistério no país.
A carreira de professor tornou-se uma das mais competitivas do país.
A mídia finlandesa divulga regularmente resultados de pesquisas sobre as preferências dos estudantes do ensino secundário, que sistematicamente apontam o magistério entre as profissões mais desejadas.
A cada primavera, milhares de jovens se candidatam a uma vaga para estudar nos departamentos de formação de professores das universidades da Finlândia.
Mas apenas os melhores e mais preparados estudantes podem se tornar professores na Finlândia: no exigente sistema finlandês, apenas cerca de 10% dos candidatos são em geral aprovados para cursar o obrigatório mestrado na universidade.
“A carreira de professor é extremamente popular aqui na Finlândia. Mas os exames de admissão são competitivos a tal ponto, que chegam a intimidar os candidatos. Por isso, nem todos os estudantes que desejam seguir o magistério chegam a se candidatar, por medo da reprovação”, diz Niklas Nikanorov, do Ministério da Educação e Cultura finlandês.
Em 2014, diz Nikanorov, apenas 8,9% dos 7.469 candidatos ao curso de formação de professores da Universidade de Helsinque foram aprovados. No mesmo ano, 1.597 estudantes candidataram-se ao curso de medicina da instituição, e 11,7% foram aceitos.
Sim, é isso mesmo: na Finlândia, o magistério é mais popular que a medicina.
“Do total de 139 mil estudantes universitários em todo o país, mais de 10% estudam ciências educacionais”, acrescenta Niklas Nikanorov.
Para realizar o sonho de se tornar um professor, um jovem finlandês deve ser dono de um robusto currículo escolar – além de obter excelentes notas na prova nacional de conclusão do ensino secundário, e também no exame prestado especificamente para a candidatura ao curso universitário, com perguntas focadas em um amplo conjunto de tópicos educacionais.
Na segunda fase de seleção para o acesso à universidade, os candidatos mais bem colocados da etapa inicial passam por uma série de entrevistas para explicar, por exemplo, porque decidiram se tornar professores. No final, só entram os melhores.
Conquistado o diploma, o professor vai receber um bom salário – mas que se situa dentro da média salarial do país como um todo (3,284 euros, segundo a agência nacional de estatísticas da Finlândia). E na igualitária sociedade finlandesa, assim como na Escandinávia em geral, as diferenças entre os salários não costumam ser exorbitantes.
O salário médio de um professor primário finlandês é de 3,132 euros mensais (cerca de 11,8 mil reais). Professores do ensino médio recebem 3,832 euros, e docentes de universidades ganham em média 4,169 euros por mês (15,7 mil reais).
Vamos comparar: um “käräjäoikeustuomari” (juiz de primeira instância) na Finlândia recebe em média 5,797 euros mensais (cerca de 22 mil reais). Um engenheiro ganha 4,577 euros. Um médico, 7,296 euros. Uma enfermeira, 3,488 euros. O diretor-executivo de uma empresa, 6,755 euros em média.
Um deputado federal brasileiro entraria talvez em estado comatoso ao descobrir o valor do salário de um parlamentar finlandês: 6,355 euros mensais (aproximadamente 24 mil reais) – mas sem direito a verbas indenizatórias ou penduricalhos extras. Isso para viver em um país caro que possui uma das mais elevadas cargas tributárias do mundo, onde o cidadão paga cerca de 51,5% de impostos sobre sua renda.
No Brasil, além do salário de R$ 33,7 mil, um parlamentar recebe ainda o chamado cotão (média de R$ 33.010,31), verba de gabinete para até 25 funcionários (R$ 78 mil) e variados benefícios extras, como ajuda de custo, auxílio-moradia e plano de saúde cinco estrelas. Os privilégios se multiplicam ainda mais na esfera da Justiça, em que o dinheiro dos impostos do cidadão chega a bancar uma obscena Bolsa Educação para pagar escolas particulares para filhos de juízes do Rio de Janeiro.
Enquanto isso, os professores brasileiros estão entre os educadores mais mal pagos do mundo – segundo apontou em 2014 o ranking internacional divulgado pela OCDE a partir de dados dos 34 países membros da organização e dez parceiros, incluindo o Brasil.
o valor do piso salarial dos professores brasileiros: R$ 1.917,78. Para professores da rede pública com diploma de licenciatura no início da carreira, o salário-base médio é de R$ 2.711,48 (excluindo gratificações).
No resto do mundo, países como a Suíça, a Holanda e a Alemanha pagam salários mais altos aos professores do que a Finlândia, apesar de registrarem índices mais baixos de desempenho escolar. No estudo da OECD, a Finlândia aparece em nono lugar na lista dos países que melhor pagam seus professores.
Qual seria então a principal motivação de uma pessoa para se tornar um professor na Finlândia?
“Respeito”, responde o professor Martti Mery, da escola Viikki.
Tal é a confiança nos mestres, que não existe nenhum tipo de avaliação formal do desempenho de professores na Finlândia. O sistema nacional de inspeção escolar, que antes exercia esta função, foi abolido no início dos anos 90.
“Controlar o desempenho do professor não é uma questão relevante na Finlândia. A premissa básica é de que os professores são, por definição, profissionais altamente educados que realizam o melhor trabalho possível nas escolas”, diz o educador finlandês Pasi Sahlberg.
Entregar a liderança do sistema a profissionais da educação também é parte da fórmula do milagre finlandês, observa Pasi Sahlberg.
“Discordamos da visão de que a melhor forma de desenvolver a educação é colocar o controle das escolas nas mãos de administradores sem experiência no setor, na esperança de que um gerenciamento de estilo empresarial vá elevar a eficiência. Na Finlândia, todas as autoridades do setor de educação estão, sem exceção, nas mãos de educadores profissionais”, ele destaca.”
A taxa de sindicalização da categoria é uma das mais altas do mundo: 95% dos professores finlandeses são filiados ao poderoso Opetusalan Ammattijärjestö (OAJ), chamado de “A Voz dos Professores”.

“O modelo finlandês mostra que a colaboração com sindicatos de professores, e não o conflito, produz melhores resultados. As evidências são claras, e é este o caminho a seguir”, diz Pasi Sahlberg, que hoje atua como professor visitante da Universidade de Harvard.
(fonte: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-diferenca-entre-ser-professor-na-finlandia-e-no-brasil-por-claudia-wallin-de-heldinque/)

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Café História da semana

[1] Café História TV:
 Cinema e Segunda Guerra 
Acabamos de publicar mais um vídeo exclusivo da seção "Minha Pesquisa", do Café História TV, o canal de vídeos do Café História. Desta vez, conversamos com Celso Fernando Claro, doutorando em história na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Claro trabalha com os chamados "homefront movies", isto é, filmes produzidos nos Estados Unidos que tinham o objetivo de mobilizar o país para o esforço americano na Segunda Guerra Mundial. Esses filmes eram, inclusive, exibidos no Brasil, de uma ponta a outra. [Confira]
[2] Mural do Historiador: 
História e Cultura
A revista História e Cultura tem o prazer de anunciar o lançamento de seu segundo número do quarto volume, referente ao ano de 2015. A edição apresenta o dossiê “Educação em Perspectiva Histórica”, organizado pelo Prof. Me. Felipe Ziotti Narita (UNESP), pelo Prof. Dr. Marcus Vinícius Cunha (USP) e pela doutoranda Tatiane Silva (UNESP) ao qual estão vinculados quatorze artigos de estudiosos e pesquisadores das áreas de História, Educação, Sociologia, Pedagogia, Filosofia, entre outras, voltados à temática das relações entre as áreas de História e Educação. [Confira]
[3] Livros:
 Nosso amplo presente
A editora Unesp acaba de lançar “Nosso amplo presente – o tempo e a cultura contemporânea”, de Hans Ulrich Gumbrecht. Nesta obra, Gumbrecht descreve em diferentes tópicos o processo pelo qual a “visão de mundo histórica” vem sendo confrontada e parcialmente substituída desde meados do século 20. Ao mesmo tempo, porém, tal visão de mundo pertence à lógica de “presente amplo”, o cronótopo emergente, que, contudo, convive com o anterior, o cronótopo de “futuro aberto”, produto do Iluminismo. [Leia mais]
[4] Acadêmico:
 História e Historiografia
Já está disponível o último número da Revista Expedições: Teoria da História e Historiografia. Neste número contamos com 16 artigos e uma resenha. Dos artigos 03 são de professores convidados e 13 enviados via submissão no sistema da revista e aceitos para publicação. [Clique aqui]