terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Reino animal

Sem muito assunto hoje, posto algumas fotos.

aves no Panamá



borboleta na flor


cadela em Ouro Preto

besouro na flor

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O avô analisado pela netinha

Recebi um email falando sobre o avô.
Não sei se as informações são corretas, se o texto é mesmo de uma redação de uma estudante de 8 anos.
Porém, o texto é muito divertido, vale a pena ser lido!

O AVÔ ANALISADO PELA NETINHA - redação premiada

(Redação de uma menina de 8 anos, publicada no Jornal do Cartaxo, em Floripa - SC)

Um avô é um homem que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.
Os avôs não têm nada para fazer, a não ser estarem ali.
Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam nas flores bonitas nem nas lagartas.
Nunca dizem: Some daqui!, Vai dormir!
 Agora não! Vai pro quarto pensar!
Normalmente são gordos, mas mesmo assim conseguem abotoar os nossos sapatos.
Sabem sempre o que a gente quer. Só eles sabem como ninguém a comida que a gente quer comer.
Os avôs usam óculos e, às vezes, até conseguem tirar os dentes.
Os avôs não precisam ir ao cabeleireiro, pois são carecas ou estão sempre com os cabelos arrumadinhos.
Quando nos contam histórias nunca pulam partes e não se importam de contar a mesma história várias vezes.
Os avôs são as únicas pessoas grandes que sempre têm tempo para nós.
Não são tão fracos como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Todas as pessoas devem fazer o possível para ter um avô, ainda mais se não tiverem televisão.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Photo-poema


Envelhecendo

Envelheço, sim, com orgulho!
Que quererias?!
Que pedisse emprestadas horas
Às gerações vindouras,
Eu, que findo?!
Cabe-me olhar amplo,
Que já vi tanto
E resisti de sobejo.
Cabe-me ser tronco,
Que não ramo prometendo
Florir sem fruto.
Cabe-me ser esteio
Aos que no vento se arrojam.
Serenamente aguardo o sagrado limbo
De onde emergi e onde mergulharei
Atavicamente
De novo.
Maria Petronilho
(poeta lisboeta)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Céus de Minas

Para alegrar a vista...
Algumas imagens do céu em Minas Gerais.


Belzonte


Retiro das Pedras


São Francisco


Ouro Preto


Belzonte

Uma enquete, responda, por favor!

É uma enquete simples, simples até demais!

Eu só queria que você clicasse ai embaixo, nos comentários, e escrevesse o sentimento que esta fotografia provoca.

Se não quiser colocar seu nome, entre como anônimo, não tem problema!

A foto foi tirada por mim, num domingo de muita chuva, no Caraça.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Um belo exemplo, que ainda não copiamos...

Já estamos cansados de ver/ouvir notícias sobre o descaso com nosso patrimônio histórico-cultural. Os profetas do Aleijadinho, em Congonhas, são um exemplo. Expostos à poluição, à chuva e ao sol, ao vento, deterioram-se a olhos vistos. Além de serem alvos potenciais para os "inteligente turistas" que gostam de colocar seus nomes onde não devem...



Por que não seguirmos o exemplo de Florença? A magistral obra de Miguel Ângelo, o Davi, encontra-se, em réplica de bronze, exposta em uma praça da cidade.



Já o original está bem guardado na Galeria, livre da poluição, da neve, do vento, do sol, da chuva.



Vale a pena copiar o que é bom!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Não deixa de ser muito interessante!

De fato, esta análise do Marcos Coimbra é muito interessante. Eu sei que muitos leitores deste blog não gostam do Lula, da Dilma, do PT. Mas, por favor, leiam até o fim!


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu quinta-feira, na Índia, o prêmio Indira Gandhi pela Paz, Desarmamento e Desenvolvimento 2010

por Marcos Coimbra, no Correio Braziliense

É comum haver discrepância entre a imagem de uma liderança em seu país e no resto do mundo.
Nos regimes autoritários, os governantes tendem a ser mais bem quistos em casa, pois não permitem que seus compatriotas desgostem deles. Nas democracias, acontece o inverso, e é normal que sejam mais bem avaliados fora.
Isso costuma decorrer dos alinhamentos partidários internos, que, para um estrangeiro, são pouco relevantes. Ou vem do sentimento traduzido pelo aforismo “Ninguém é profeta em sua terra”.

É mais fácil condescender com quem conhecemos menos.
No Brasil, são raríssimos os políticos que adquiriram notoriedade fora de nossas fronteiras. Só os brasilianistas conhecem a vasta maioria, que chegou, no máximo, à América do Sul e aos países de expressão portuguesa.
Lideranças brasileiras de fato conhecidas internacionalmente são duas: Fernando Henrique e Lula. Dilma está a caminho de ser a terceira.
O tucano é um exemplo daqueles cuja imagem interna e externa é marcadamente distinta.
Fora do Brasil, FHC é visto com olhos muito mais favoráveis que pela maior parte dos brasileiros. É evidente que tem admiradores no País, mas em proporção substancialmente menor que o daqueles que não gostam dele.

Tem, no entanto, reconhecimento internacional, que se traduz em homenagens, prêmios e convites para integrar colegiados de notáveis.
Sempre que é saudado no exterior, nossa mídia e os “formadores de opinião” de plantão registram com destaque o acontecimento, considerando-o natural e como a compreensível celebração de suas virtudes.
Acham injusta a implicância da maioria dos brasileiros para com ele.

Lula é um caso à parte. A começar por ser admirado dentro e fora do país.
Como mostram as pesquisas, os números de sua popularidade são únicos em nossa história. Foi um governante com aprovação recorde em todos os segmentos relevantes da sociedade, em termos regionais e socioeconômicos.

Acaba de colher uma vitória eleitoral importante, com a eleição de Fernando Haddad, a quem indicou pessoalmente e por quem trabalhou. Feito só inferior ao desafio que era eleger Dilma em 2010.
No resto do mundo, é figura amplamente respeitada, à esquerda e à direita, por gregos e troianos. Já recebeu uma impressionante quantidade de honrarias.
Esta semana, foi-lhe entregue o prêmio Indira Gandhi, o mais importante da Índia, por sua contribuição à paz, ao desarmamento e ao desenvolvimento. Na cerimônia, o presidente do país ressaltou que Lula o merecia por defender os mesmos princípios que Indira e Mahatma Gandhi. O que representa, para eles, associá-lo à mais ilustre companhia possível.
Quem conhece a imagem que Lula tem quase consensualmente no Brasil e no estrangeiro deve ficar perplexo.
Será que todo mundo – literalmente – está errado e a direita brasileira certa? Só sua imprensa, seus porta-vozes e representantes sabem “quem é o verdadeiro Lula”? O resto do planeta foi ludibriado pelas artimanhas do petista?

É até engraçado ouvir o que dizem alguns expoentes da direita tupiniquim, quantos adjetivos grosseiros são capazes de encontrar para qualificar uma pessoa que o presidente da Índia (que, supõe-se, nada tem de “lulopetista”) coloca ao lado do Mahatma.
Só pode ser porque não conhece o que pensa aquele fulaninho, um dos tais que sabem “a verdade sobre Lula”.