domingo, 19 de novembro de 2017

COP 23: Em Conferência sobre Clima, FAO alerta para pobreza e má nutrição

Diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, José Graziano da Silva, afirmou que emissões geradas pelo setor agrícola devem subir a não ser que mundo adote formas sustentáveis de produção, transporte e consumo de alimentos.
A reportagem é de Monica Grayley, publicada por Rádio ONU, 14-11-2017.

A mudança climática coloca milhões de pessoas num círculo vicioso de insegurança alimentar, má nutrição e pobreza. O alerta foi feito pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO.
O diretor-geral da agência, José Graziano da Silva, afirmou que o mundo não está fazendo o suficiente para enfrentar o que ele chama de uma “imensa ameaça”. E os países que correm maior risco são os menos desenvolvidos e as pequenas ilhas em desenvolvimento.

Soluções

Graziano da Silva afirmou que a meta de atingir fome zero até 2030 ainda é possível. Para ele, a agricultura é onde as lutas contra a fome e a mudança climática juntam-se para gerar soluções.
A agência lançou um relatório durante a Conferência sobre Mudança Climática, que ocorre em Bonn, na Alemanha.
O documento “Rastreando Adaptação em Setores Agrícolas”, numa tradução livre, oferece metodologias para acompanhar as medidas de adaptação do clima na agricultura.
Antes do evento, a líder da Aliança para o Futuro do Oceano, Isabel Torres de Noronha, falou à ONU News sobre como o aquecimento global tem afetado os mares e também infraestruturas relacionadas a fontes de alimentação.

Fenômenos

“O mar, de facto, é o recipiente de 93% do aquecimento global. Apenas 1% na atmosfera e 3% em terra. Isso tem estado a acontecer em vários casos. Na zona costeira, outros impactos relacionados com a destruição devido aos fenômenos climáticos, extremos, têm a ver com a destruição de infraestrutura. Mas há muitos mais exemplos. E por exemplo, os portos também podem ser afetados por estas mesmas tempestades.”
Para o diretor-geral da FAO, é preciso integrar a mitigação e adaptação em toda a cadeia alimentar. Segundo Graziano da Silva, não funciona apenas transformar a maneira como é produzida a comida. Mas transporte, processamento e consumo também devem ser examinados.

Secas

A receita da agência é clara: mudança climática, pobreza e fome podem ser combatidos e vencidos ao mesmo tempo.
Dados divulgados pela FAO em setembro revelaram que o número de pessoas como fome no mundo subiu, pela primeira vez, em uma década totalizando 815 milhões de pessoas.
O aumento deve-se, principalmente, a conflitos e crises econômicas, mas também à mudança climática e uma série de secas prolongadas na África.
O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática mostra que o problema pode aumentar o risco de fome e má nutrição em 20% até 2050.

(fonte:  http://www.ihu.unisinos.br/573709-cop-23-em-conferencia-sobre-clima-fao-alerta-para-pobreza-e-ma-nutricao)

domingo, 12 de novembro de 2017

Fim do Glifosato na Europa pode ser um marco histórico na luta contra os agrotóxicos

Está prevista para esta quinta-feira, dia 9 de novembro, a decisão final da Comissão Europeia sobre a renovação ou não da licença para o Glifosato.
A reportagem é de Alan Tygel, publicada por Brasil de Fato, 08-11-2017.

O Glifosato é o ingrediente ativo do agrotóxico RoundUp, produzido principalmente pela Monsanto. O Glifosato é o agrotóxico mais utilizado no mundo, e no Brasil representa cerca 50% das vendas de venenos, de acordo com o Ibama.
Na Europa, ao contrário do Brasil, o registro de agrotóxicos tem validade definida. A validade de registro do Glifosato terminou em 2015, e desde então uma guerra vem sendo travada no contexto da sua renovação. Após sucessivas extensões, o atual prazo de validade do Glifosato é dia 15 de dezembro.
No mesmo ano de 2015, o IARC – Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, ligada a Organização Mundial da Saúde, órgão da ONU - classificou o Glifosato como “provavelmente cancerígeno” após extensa revisão de publicações sobre o assunto.
As agências reguladoras da Alemanha e da União Europeia (EFSA) chegaram à conclusão inversa, ou seja, de que o Glifosato não causaria câncer. Umas das diferenças entre os estudos é que o IARC considerou mais pesquisas independentes. Grande parte das pesquisas avaliadas pela EFSA são financiadas pela indústria de agrotóxicos.
No dia 24 de outubro, o Parlamento Europeu, eleito pelos países membros, aprovou uma resolução não vinculativa, defendendo a proibição do Glifosato até 2022, com restrições de uso desde já em ambientes urbanos. No mesmo dia, o Greenpeace entregou um abaixo-assinado com 1,3 milhões de assinaturas pelo banimento imediato da substância.
A proposta inicial da Comissão Europeia, formada por representantes dos 28 Estados-membros, previa a renovação da substância por 10 anos. No entanto, devido à resistência de vários países, sobretudo a França, já se fala em renovar por 5 anos ou menos. A Alemanha, por outro lado, vem defendendo o prazo maior.
A decisão deveria ter sido tomada no dia 25 de outubro, porém não se conseguiu formar uma maioria e a votação foi adiada para o dia 9 de novembro.
É importante lembrar que está em curso o processo de compra da Monsanto, dos EUA, pela Bayer, da Alemanha. E que a Alemanha é hoje o país economicamente mais forte da UE, e cujas decisões têm o maior peso.
A Monsanto, ciente de que a vida do glifosato está chegando ao fim, passou a investir em sementes transgênicas resistentes ao Dicamba. Interessante notar que, ao contrário do discurso que sustenta a inovação no setor agroquímico com foco em substâncias menos perigosas, o Dicamba é uma molécula antiga, registrada em 1967.
E nos Estados Unidos, o Dicamba já enfrenta forte resistência, e até suspensão de uso em alguns estados. Fazendeiros alegam que o produto é altamente volátil, e está atingindo propriedades vizinhas. Quem não usa a nova semente da Monsanto resistente ao Dicamba, perde a produção.
Na imprensa, uma guerra também vem sendo travada. A superpoderosa agência Reuters, a mesma que publicou o “Podemos tirar, se achar melhor”, vem produzindo uma série de ataques ao IARC, buscando desqualificar o relatório que classificou o Glifosato como provavelmente cancerígeno. Em resposta, o IARC afirmou que suas monografias “são resultado de deliberações científicas dos grupos de trabalho de cientistas independentes, livres de conflitos de interesse.”
Historicamente, desde a década de 1970, a indústria de agrotóxicos do Brasil se movimenta a partir daquilo que já não presta na Europa e EUA. Por se tratar de um setor fortemente regulado, as empresas buscam o máximo de lucro enquanto a substância é permitida nos países centrais. Depois, o objetivo passa a ser maximar o lucro na periferia, onde a regulação é mais fraca e mais barata de ser comprada.
O Paraquat, da Syngenta, teve há poucas semanas seu banimento decretado pela Anvisa, mas com prazo de 3 anos para entrar em vigor. O tempo foi concedido para que haja tempo da indústria reagir. A pergunta principal dos ruralistas agora é: o preço para fazer a Anvisa voltar atrás vale a pena, em comparação com os lucros gerados pelo Paraquat?
Dia 9 de novembro pode ser um dia histórico na luta contra os agrotóxicos no mundo. Resta saber, por quanto tempo mais nós no Brasil seremos obrigados a engolir o que já não presta na Europa.

(fonte: http://www.ihu.unisinos.br/573462-fim-do-glifosato-na-europa-pode-ser-um-marco-historico-na-luta-contra-os-agrotoxicos)

Os estranhos poderes do Uber no Brasil

Como o presidente da corporação evitou uma lei que regulamentaria o serviço no país – após “conversas” com senadores e o ministro Meirelles
Por Roberto Santana dos Santos e João Claudio Platenik Pitillo

Nesta terça-feira dia 1º de novembro o Senado votou um projeto (PLC-28) que deveria ser a regulamentação do Uber e demais aplicativos de transporte privado. Ao contrário do estardalhaço dos apoiadores do Uber, o projeto era muito simples e visava adequar esses aplicativos ao Código de Trânsito Brasileiro. Reduzia a fatia – de 25% para 5% – a fatia dos rendimentos dos motoristas abocanhada pela transnacional norte-americana. Exigia, entre outras coisas, vistoria anual nos veículos, registro dos mesmos no nome dos motoristas e habilitação adequada para o transporte particular de pessoas. Regras básicas de segurança e legalidade.
As previsões sobre o resultado da votação eram amplamente favoráveis à aprovação do projeto. Eis que o presidente-executivo do Uber, Dara Khosrowshahi, em pessoa, veio dos EUA para o Brasil, sendo recebido por senadores e até pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles. Resultado? O projeto foi descaracterizado por emendas que visam deixar o Uber e os demais aplicativos operando acima das leis vigentes. Aprovado por ampla maioria, o novo texto foi remetido novamente à Câmara dos Deputados. Para tal mudança brusca de direção do projeto, é de se imaginar os mimos que a presidência da corporação tenha oferecido aos nossos senadores. O fato de um presidente de uma empresa estrangeira vir ao país e virar radicalmente uma votação no Senado dá dimensão do tamanho da força dessa empresa multinacional.
Ainda vamos pagar caro pela fetichização que a maior parte das pessoas têm pelo Uber. Enquanto ele serve para satisfazer o desejo de parte da população em andar de carro (e se endividar no cartão de crédito), tudo parece lindo. Quando a “plataforma” for aplicada nas demais profissões1, muitos vão hipocritamente se perguntar como isso aconteceu. A “uberização” do mercado de trabalho vai nos deixar com saudade da reforma trabalhista de Michel Temer. A “uberização” do mundo do trabalho vem sendo objeto de estudos e de severas críticas por parte dos organismos internacionais, como a Organização Internacional do Trabalho. Vários países europeus já se mobilizaram para impedir o Uber em seus territórios. O exemplo mais recente é o de Londres, onde o aplicativo teve sua licença cancelada
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O governo brasileiro e o grande capital tentam vender o Uber como saída para o desemprego que atinge cerca de 14 milhões de brasileiros. O discurso do Uber para seus “parceiros” (como chama os motoristas, para não denotar vínculo empregatício) é o mesmo que os governos neoliberais usam para a população em geral: “se houver qualquer regulamentação o aplicativo ficará inviável! (…) Teremos que encerrar as atividades!” Exatamente igual às falas do tipo “a reforma trabalhista é necessária para gerar empregos”, como se a culpa do desemprego fosse dos direitos do trabalhador. Pura lorota. O Uber pagar mais impostos e seguir regras básicas de funcionamento e segurança não inviabiliza sistema nenhum. Mas prevalece a ganância de ganhar mais às custas do trabalho dos motoristas.

Ao contrário do que se pensa, não está em questão uma disputa entre taxistas e motoristas sem alvará para o serviço2 – mas a soberania e proteção ao trabalho. O Uber é o suprassumo dos desejos dos empresários, por estabelecer uma clara relação de trabalho sem proteção laboral, convertendo o trabalhador em “responsável” pela sua própria remuneração. Com a miserável remuneração das corridas do Uber, um/uma motorista do aplicativo trabalha em média de 10 a 12 horas por dia. Não há qualquer tipo de lei trabalhista que dê conta de proteger os motoristas de aplicativos, até porque, como ressaltamos, do ponto de vista legal essa modalidade de trabalho sequer existe para a legislação trabalhista e de trânsito brasileira.
A Uber, que diz ser uma empresa de tecnologia, mas opera no mercado de transporte sem ter um veículo sequer, tem objetivos muito mais lucrativos do que transportar pessoas. Suas metas passam por mapear o comportamento de todos os cidadãos, criando assim uma rede de informações vendável, sem nenhum controle estatal. Se conseguirem quebrar o táxi de vez, monopolizarão o mercado e poderão impor os preços, objetivo primordial de qualquer monopólio.

Roberto Santana Santos é Historiador e secretário-executivo da REGGEN-UNESCO. Doutorando em Políticas Públicas pela UERJ.
João Claudio Platenik Pitillo é Historiador e pesquisador do Núcleo de Estudos das Américas da UERJ. Doutorando em História Social pela UNIRIO.
1A prefeitura de Ribeirão Preto/SP do PSDB tentou fazer um “Uber” para professores recentemente. Após críticas o projeto está paralisado, por enquanto. https://www.cartacapital.com.br/sociedade/professor-uber-a-precarizacao-do-trabalho-invade-as-salas-de-aula
2https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/11/01/a-questao-principal-nao-e-uber-vs-taxis-mas-uber-vs-trabalhadores/

(fonte: http://outraspalavras.net/brasil/os-estranhos-poderes-do-uber-no-brasil/)

Chamada para artigos - II Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição

Prazo 07 de janeiro de 2018
 
 
A abolição da escravidão no Brasil completa 130 anos em 2018. A data articula uma série de significados atribuídos, questionados e disputados por diferentes sujeitos sociais do passado e do presente.

Para debater o assunto, o Laboratório de Estudos Étnico-Raciais (LEER) a Escola de Ciências Sociais da FGV (CPDOC) em parceria com LABOI da UFF, ANPUH, GT Emancipações e Pós Abolição, UnB, UFRRJ e apoio da UFRJ, do e CNPq, realiza, dias 15 e 18 de maio de 2018, o “II Seminário Internacional Histórias do Pós-abolição no Mundo Atlântico”.

Os pesquisadores interessados em participar dos debates devem submeter seus trabalhos para avaliação até 7 de janeiro de 2018

Encorajamos, em especial, a submissão de trabalhos que dialoguem com os seguintes eixos temáticos:

I. Memória e História Pública da escravidão e da liberdade;
II. Racismo e antirracismo em perspectiva histórica;
III. Intelectualidades e ativismos negros;
IV. Trajetórias e práticas de sociabilidade: raça, classe, gênero e sexualidades;
V. Balanço historiográfico do pós-abolição;
VI. Políticas públicas de reparação para a escravidão atlântica;
VII. Reeducação das relações étnico-raciais.

Os trabalhos poderão ser inscritos nas modalidades:

Comunicação individual de pesquisa
Pôster – Iniciação Científica
Pôster – Práticas Inovadoras de Ensino de História

O Seminário prevê ainda a participação de ouvintes.

Para mais informações clique aqui.

  INSCRIÇÕES
 

 
 
 
Datas importantes

Envio de propostas: 23/10/2017 – 7/1/2018

Prazo final para respostas e envio de cartas de aceite: 5/2/2018

Prazo final para o pagamento da inscrição: 16/3/2018

Envio de texto completo: 30/4/2018

História e parcerias - Congresso!

Prezados(as) Colegas,
 
É com grande prazer que convidamos a todas e todos para o primeiro Encontro Internacional e XVIII Encontro de História da Anpuh-Rio, cujo tema é "HISTÓRIA E PARCERIAS". 
O evento será realizado no campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense entre os dias 23 e 27 de julho de 2018. Nessa edição, privilegiaremos o diálogo entre as diversas áreas do conhecimento com a História.
As inscrições para propostas de Simpósios Temáticos (ST's) e Minicursos (MC's) estão abertas até o dia 11/12/2017. Convidem os amigos, esperamos todos vocês!

Comissão Organizadora
www.encontro2018.rj.anpuh.org

 
 

sábado, 11 de novembro de 2017

60% dos jovens estão aprendendo profissões que vão deixar de existir

De acordo com o relatório The New Work Order, divulgado pela Foundation for Young Australians (FYA), mais da metade dos estudantes do país estão atrás de carreiras que se tornarão obsoletas pelos avanços tecnológicos e automação.
A reportagem é de Lucas Bicudo, publicado por Portal StartSe, 20-10-2017.

Em um apontamento preocupante, a pesquisa mostra que 60% dos jovens entram no mercado de trabalho em empregos que serão “radicalmente afetados pela automação”, que pode ocorrer dentro dos próximos 10 a 15 anos.
A CEO da FYA, Jan Owen, disse que enquanto a taxa de desemprego e subemprego para os jovens na Austrália já é de cerca de 30%, as chances de conseguir uma posição no mercado de trabalho vão continuar a encolher.“Nossa análise descobriu que 60% dos estudantes ocuparão empregos que terão um nível de automação de dois terços nas próximas décadas”, destacou.
O relatório também afirma que a forma como trabalhamos mudará – mais automação, globalização e carreiras mais colaborativas poderiam ajudar a diminuir as barreiras do trabalho e tornar nossa vida mais flexível e menos regulada.
No entanto, essas mudanças também podem levar a aumentos de desemprego, desigualdade e insegurança no emprego. Preparar-se para essas mudanças é fundamental: adaptar à Nova Economia é uma grande necessidade atualmente. Por isso, o StartSe está promovendo um curso sobre o assunto com Maurício Benvenutti, autor do bestseller Incansáveis.
O relatório recomenda que se dê mais ênfase às habilidades digitais e ao empreendedorismo para os jovens. Acrescenta também que a redução dos impostos para os trabalhadores de baixa renda e a concessão de mais direitos aos trabalhadores freelancers poderiam ajudar a preparar a economia e a sociedade da Austrália para o futuro.
Fazendo coro, no ano passado, um relatório dos professores da Oxford, Carl Benedikt Frey e Michael Osborne, descobriu que um terço de todos os empregos no Reino Unido se tornará obsoleto pela robótica nos próximos 20 anos.
Os trabalhos de secretariado, administrativos e de caixa já foram prejudicados pelos avanços da computação e acredita-se que muitos empregos em seguros e trabalhos manuais podem estar em risco significativo de serem automatizados.
(fonte: http://www.ihu.unisinos.br/573485-60-dos-jovens-estao-aprendendo-profissoes-que-vao-deixar-de-existir)

OPORTUNIDADE - EDITAL INTERNACIONAL NA ITÁLIA


Informamos que o Instituto Internacional Ítalo-Latino-Americano (IILA) está divulgando o seu edital anual de bolsas para especialização ou atualização profissional na Itália. O programa é voltado para cidadãos latino-americanos que trabalham nas áreas de alimentação, saúde, meio-ambiente ou patrimônio cultural.

A ideia das bolsas financiadas pelo Ministério das Relações Exteriores italiano é oferecer uma espécie de “estágio” a profissionais que já tenham graduação. O programa tem duração de no mínimo três e no máximo seis meses.
As bolsas para especialização do IILA incluem um auxílio mensal de 1,2 mil euros para custos de acomodação e alimentação e um seguro contra doenças, acidentes e responsabilidade civil. Os gastos com as passagens aéreas de ida e volta da Itália ficam a cargo do bolsista ou da organização na qual ele trabalha.
Os selecionados realizarão suas experiências de pesquisa, especialização ou atualização em instituições italianas, como universidades e hospitais, ou no setor público, em ministérios e prefeituras, por exemplo.
Como se inscrever no programa do IILA
Os formulários para as bolsas para especialização do IILA devem ser enviados por email para borse@iila.org até 17 de novembro. Indique no assunto da mensagem para qual área você está se candidatando. 
É necessário enviar também no mesmo prazo o formulário e os documentos solicitados impressos para Embaixada do país de origem em Roma. A data, a forma de candidatura e os benefícios são os mesmos para todos os setores.
Os documentos que o interessado deve enviar junto ao formulário para a embaixada são:
-    Esquema do projeto que pretende realizar (máx. 300 palavras);
-    Texto justificando a importância da bolsa para o seu trabalho (máx. 200 palavras);
-    Cópia dos diplomas de estudos universitários (graduação, pós, etc);
-    Certificado de saúde física e mental com data não anterior a três meses da apresentação da candidatura;
-    Carta de apresentação da instituição na qual trabalha;
-    Carta de aceite de um tutor, no caso do candidato já ter contatado a instituição onde irá fazer o estágio (se tiver);-    Certificado de conhecimento de italiano (se tiver);-    Cartas de recomendação (se tiver).
Para mais informações e acesso aos editais: